As vezes passamos uma vida tentando ser como alguém, se vestir como outra pessoa, cortar o cabelo como ela, comprar os sapatos, falar do mesmo jeito, ir ao mesmos lugares....as vezes perdemos uma vida, desperdiçando a oportunidade de oferecer ao mundo uma versão exclusiva e melhor de nós mesmos. Trate-se com carinho, Seja você mesmo, seja realmente feliz!
Porque querer ser como o outro? Um dos primeiros sinais do não estar bem conosco mesmos. Assim o mundo exterior nos parece sempre melhor para viver. Buscar ser o outro é fugir de nossa essência, nos perdendo entre quem realmente somos, e quem gostaríamos de ser. Copiar não é sinônimo de melhorar, e fora da evolução só encontramos a insatisfação, o sofrimento, o vazio em iludir-se e não conseguir realizar. Aproveite o momento para se conhecer. Se não gosta do que vê, hoje é o melhor dia para iniciar as pequenas mudanças. Dê um play para a felicidade e comece dançando no seu ritmo!
O não desenvolvimento de nossas potencialidades, causada pela desconexão com nosso EU real, tem efeitos físicos notáveis, na forma de distúrbios orgânicos que vão nos minando ao longo da vida. Assim chegamos à constatação que todo distúrbio exerce um papel funcional em nossas vidas, pode até ser momentaneamente contido através de medicamentos, porém, não se tratando a causa, não seguindo em busca do seu verdadeiro eu, e da restauração de suas potencialidades, o distúrbio volta a se desenvolver. Por isso tão importante se faz conectar-se, conhecer-se, tratar-se. Somos luzes, como podemos então passar uma vida sem iluminar? O mundo está cheio de possibilidades, até este pequeno texto é um start, para parar e pensar. Brilhem! Em caminhos iluminados podemos apreciar com mais facilidade as belezas da vida.
Quando vencemos a resistência e passamos a entrar em contato conosco mesmo, descobrimos que é preciso coragem, para encarar, admitir, e superar. Perdoar, auto-perdoar, assumir que sua situação atual retrata seu estado interior, e aí nos damos conta do quanto essa busca interior é essencial. E um trabalho em conjunto começa a acontecer. Comando interiores se combinam a aspectos exteriores promovendo uma mudança integral. Ou seja, a verdadeira mudança, pois mudar por fora não existe, aí é apenas dar uma repaginada. A mudança só existe na essência, na raiz da questão. O exterior passa a ser seu retrato fiel, e corpo e espírito se unem denotando nossa verdadeira identidade. Uma viagem está para acontecer, seu visto? Tá na mão, é só embarcar para o seu interior e descobrir um mundo infinito, repleto de aprendizados, e com tantas gratas surpresas, que se soubéssemos, já haveríamos embarcado há muito tempo! E você vai embarcar nessa? Fui!
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
PEQUENAS DICAS, GRANDES ATITUDES SEJA FELIZ HOJE, NESTA HORA, NESTA INSTANTE
Não se ofenda, ENTENDA
Não enfrente, ACOMPANHA
Não duvide, ACEITA
Não se revolte, LEVANTA
Não sofra, SORRIA
Não revide, ABRAÇA
Não discuta, CONVERSE
Não castigue, ARREPENDA-SE
Não recrimine, COMPREENDA
Não desanime, PROSSIGA
Não domine, DIVIDA
Não se oprima, EXPRESSA
Não reprima, CLAREIA
Não se esconda, PASSEIA
Não fuja, DÊ AS MÃOS
Não contamine, CONTAGIE
Não sufoque, RESPIRA
Não provoque, ANIMA
Não precipite, AGUARDE
Não se oponha, CONFORTE
Não maldigas, AGREGUE
Não desespere, ESPERE
Não conturbe, OBSERVE
Não julgue, APRENDA
Não destrua, RENOVE
Não minta, SINTA
Não impeça, experimente
Não corra, EQUILIBRA
Não iluda, ELUCIDA
Não se culpe, HUMANIZA
Não invente, ASSUMA
Não exija, CONQUISTA
Não idealize, VIVA
Não obrigue, CONVIDA
Não cobre, DISTRIBUA
Não vitimize, REFLITA
Não cristalize, MOVIMENTA
Não acumule, SELECIONA
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
No palco de salto Alto
Só quando nos relacionamos, somos capazes de nos conhecer ao íntimo, mas pra isso precisamos de muito lucidez...lucidez e vontade de nos enxergar, assim como somos. Ainda crianças em plena fase de crescimento. E é ao soar dos primeiros passos que aprendemos a olhar as pessoas que estão ao nosso redor, com compreensão. A entender que a fraqueza do outro ...no dia de hoje, pode ter sido o motivo do nosso tropeço no passado, ou ainda será a pedra na qual tropeçaremos no futuro.
Somos todos iguais. Sucetíveis a erros e acertos, e a mais errar ainda do que acertar, porque ainda estamos tentando. E as vezes ainda estamos buscando...buscando um caminho, buscando como ser feliz e até mesmo buscando saber quem somos.
Porém uma coisa é fato, somos apenas seres humanos. Nem melhores, nem piores, porém pode ser que sejamos iludidos de quem somos de verdade. Admiro aqueles que se sentem a vontade para julgar. Julgar pessoas, julgar trabalhos, julgar atitudes.
Por isso peço a Deus que me ilumine com seu amor, para que eu possa ter como colírio a compreensão. Peço também que me encha de entendimento, para que meus ouvidos tenham a humildade de aprender, e que mantenha acesa em meu coração a chama da fé, para que meus passos continuem a ser iluminados sempre, mesmo que eu tropece e caia.
Para mim, a vida é assim, evolução constante. E em cada lugar temos a oportunidade de sermos distintos personagens,...assim, como num teatro, com a diferença de que, ao fim de cada cena teremos escrito os desfechos de nosso próximo ato.
No momento em vigência, estou no palco com saltos muito altos. E meu personagem anda por diversos ambientes, as vezes o solo é suave, é reto e pavimentado, às vezes ando sobre paralelepípedos, outras vezes sobre a grama, ou mesmo sobre o chão batido. Os saltos que visto são os do equilíbrio, e eu mesma escolhi meu figurino.
O salto engancha, entorta, bambeia, mas eu vou, eu sigo, me mantenho firme, e a cada vez que entorto o pé eu aprendo que não adianta correr, nem me precipitar, pois isso só me levaria ao chão, mas se eu conseguir manter a serenidade e caminhar com calma posso até ser elegante e receber os aplausos da vida, que me assiste paciente e compreensiva.
A vida é boa, a vida é uma dádiva, pois ela nos permite, nos impulsiona e nos dá todo uma vida para sermos felizes. Encerro esta reflexão com uma frase despertenciosa mas que tem totalmente a ver como meu ato, meu palco, meu momento: Não posso controlar como sou percebida, mas posso controlar como me apresento!
Somos todos iguais. Sucetíveis a erros e acertos, e a mais errar ainda do que acertar, porque ainda estamos tentando. E as vezes ainda estamos buscando...buscando um caminho, buscando como ser feliz e até mesmo buscando saber quem somos.
Porém uma coisa é fato, somos apenas seres humanos. Nem melhores, nem piores, porém pode ser que sejamos iludidos de quem somos de verdade. Admiro aqueles que se sentem a vontade para julgar. Julgar pessoas, julgar trabalhos, julgar atitudes.
Por isso peço a Deus que me ilumine com seu amor, para que eu possa ter como colírio a compreensão. Peço também que me encha de entendimento, para que meus ouvidos tenham a humildade de aprender, e que mantenha acesa em meu coração a chama da fé, para que meus passos continuem a ser iluminados sempre, mesmo que eu tropece e caia.
Para mim, a vida é assim, evolução constante. E em cada lugar temos a oportunidade de sermos distintos personagens,...assim, como num teatro, com a diferença de que, ao fim de cada cena teremos escrito os desfechos de nosso próximo ato.
No momento em vigência, estou no palco com saltos muito altos. E meu personagem anda por diversos ambientes, as vezes o solo é suave, é reto e pavimentado, às vezes ando sobre paralelepípedos, outras vezes sobre a grama, ou mesmo sobre o chão batido. Os saltos que visto são os do equilíbrio, e eu mesma escolhi meu figurino.
O salto engancha, entorta, bambeia, mas eu vou, eu sigo, me mantenho firme, e a cada vez que entorto o pé eu aprendo que não adianta correr, nem me precipitar, pois isso só me levaria ao chão, mas se eu conseguir manter a serenidade e caminhar com calma posso até ser elegante e receber os aplausos da vida, que me assiste paciente e compreensiva.
A vida é boa, a vida é uma dádiva, pois ela nos permite, nos impulsiona e nos dá todo uma vida para sermos felizes. Encerro esta reflexão com uma frase despertenciosa mas que tem totalmente a ver como meu ato, meu palco, meu momento: Não posso controlar como sou percebida, mas posso controlar como me apresento!
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